Estou em plena fase de Educação em Saúde nas escolas.
Falo sobre a frequência de escovação e friso a importância da noturna.
As pesquisas comprovam a eficiência e validam incondicionalmente o uso do flúor.
Vejam!
FOP pesquisa eficiência da escovação noturna
Fonte: Odonto 1
Clipping do Dia: 18/08/2011
Data de Veiculação: 16/08/2011
Estudiosos avaliaram a perda mineral na dentina e no esmalte dental em diferentes períodos do dia.
Pesquisadores do Laboratório de Bioquímica da Faculdade de Odontologia de Piracicaba (FOP-Unicamp) constataram que a escovação noturna é mais eficiente na preservação da dentina e do esmalte dental. O estudo foi conduzido por Sandro Carvalho Kusano, com orientação de Lívia Maria Andaló Tenuta, com colaboração de Jaime Cury e Altair Del Bel Cury.
Para realizar o estudo, os autores contaram com 12 voluntários, que foram acompanhados durante 14 dias. Foram avaliadas a perda mineral na dentina e no esmalte dental dos voluntários após o acúmulo de placa e a exposição de açúcar oito vezes ao dia.
Os resultados mostraram que escovar os dentes com dentifrício fluoretado uma vez ao dia, no período da manhã, reduz em 42% a perda mineral do esmalte dental. Já a escovação no período noturno diminui em 58%. Para a dentina, a escovação no período da manhã reduz a perda mineral em 19% e, à noite, 37%.
Ainda são desconhecidas as razões pelas quais a ação do flúor no período noturno e matutino são diferentes. No entanto, os pesquisadores acreditam que essa diferença se deva a uma retenção mais prolongada do flúor após a escovação noturna por conta da diminuição da produção de saliva que ocorre nesse período. O flúor tem a função de remineralizar as perdas que ocorrem durante o dia, por isso, seu efeito seria melhor aproveitado à noite.
Os responsáveis pelo estudo também avaliaram a ação do dentifrício sem flúor em três escovações diárias. Nestes casos, segundo os autores, o efeito de prevenção ao desenvolvimento de cárie nos blocos dentais foi nulo.
sábado, 20 de agosto de 2011
quarta-feira, 3 de agosto de 2011
Semana Mundial da Amamentação- agosto de 2011
Foto de uma das 3 sessões de educação em saúde sobre amamentação, com os professores
Todo ano esta ação em pról do aleitamento materno é feita como forma de incentivo à esta prática que traz grande benefício à saúde e gera ganho social.
Daí nos perguntamos o porquê da necessidade de uma campanha mundial para amamentação se este ato é largamente entendido como benéfico.
Penso que o ser humano tem se distanciado da sua natureza. Tem se esquecido que há o lado "bicho", espécie biológica, que pertence ao reino animal.
O corpo humano foi feito para se reproduzir, gerar e naturalmente amamentar sua cria.
A "civilização" cria o artificial e o enfeita de modernidade e praticidade, causando uma demanda inexistente de necessidade, que vai suprir o mercado da binômio produção- consumo.
Em resumo, somos convencidos de que necessitamos de algo de que não necessitamos.
E a amamentação natural passou por este processo com a vinda dos leites industrializados e a crença que o ato deforma o corpo, prejudicando a estética, hoje de vital importância na sociedade.
A campanha em pról da amamentação visa resgatar este valor como bem natural, proporcionador de saúde à curto e longo prazo.
Foi pensando nisso que resolvi conversar um pouquinho com os professores da escola onde trabalho, pois eles estão mais próximos dos jovens, especialmente aqueles do ensino médio, que estão às portas da vida adulta, e consequentemente são os potenciais pais e mães de uma nova geração.
Acredito que a educação é a parceira primordial da saúde, pois é através dela que a informação chega, principalmente aos jovens, que estão em período de formação física e intelectual e de aquisição de hábitos.
Sem informação não é possível a escolha e o sujeito se vê refém da ignorãncia. Por isso é preciso informar quem forma.
Bem, mas vamos à prática.
Fui recebida pelos professores e coordenadores em seu período de Hora Atividade, e conversei brevemente com eles, para não lhes roubar o precioso tempo.
Falei sobre os benefícios mais amplamente divulgados da amamentação como a diminuição de sangramento no pós parto, prevenindo hemorragias, a menor incidência de cancer de mama e ovário entre as mulheres que amamentam, o retorno mais rápido da forma física e ó reforço do vínculo afetivo com a criança.
No caso da criança os benefícios são ainda maiores e vão desde a prevençaõ de infecções por contaminação alimentar, já que na amamentação o alimento vem pronto, na quantidade e formulação certas e dispensa o uso de outros alimentos, inclusive àgua, e consequentemente o uso de mamadeiras.
Além disso o leite humano é rico em anticorpos que previnem doenças no recém nascido lactente.
A OMS preconiza o aleitamento materno exclusivo até o sexto mês de vida da criança, daí em diante há a introdução gradual dos demais alimentos, mas a amamentação natural pode e deve ser mantida até os 2 anos ou mais.
Desta forma a criança fica também, mais protegica contra alergias causadas por alimentos.
Mas, o diferencial da minha fala foi ter abordado os aspectos preventivos de maloclusões ( mal posicionamento dos dentes nas arcadas), decorrentes da amamentação natural.
Ao mamar no peito a criança faz a ordenha projetando a mandíbula o que estimula o crescimento ósseo e tonifica a musculatura de maneira correta e desejável como preparo para a mastigação e da fala, atos responsáveis pelo desenvolvimento do terço inferior da face.
Ao mesmo tempo proporciona o treino da respiração nasal, que é a natural, o que também diminui a ocorrência de maloclusões e desenvolve satisfatóriamente o terço médio da face, protegendo naturalmente a criança de infecções típicas dos respiradores bucais.
O aleitamento natural diminui o uso da mamadeira e da chupeta, tão danosos ao bom posicionamento dos dentes na arcada.
Alertei os professores,sobre a importância da respiração nasal que permite à criança, uma qualidade de sono melhor, entre outras coisas, tornando-a uma criança mais pronta para o aprendizado.
"Puxando a brasa para a minha sardinha", digo que maloclusões predispõe á cárie, problemas periodontais e traumas dentais, gerando uma maior demanda por serviçõs de odontologia curativa.
Desta forma a prevenção de maloclusões, desde a mais tenra idade, como no caso do incentivo à amamentação é assunto totalmente pertinente à prevenção em odontologia.
Gostei de poder conversar com os professores, que demonstraram interesse no assunto participando com perguntas e fazendo referência à campanha que está sendo amplamente divulgada pelos meios de comunicação.
Deixei na biblioteca da escola uma pasta com os folhetos sobre aleitamento materno, para consulta de professores e alunos.
Nesta site as informações oficiais http://www.saude.ribeiraoprto.sp.gov.br/programas
terça-feira, 4 de janeiro de 2011
Comentando a notícia anterior
A queda nos índices de cárie já era esperada por conta do uso do flúor, que apesar das polêmicas é de inegável eficiência no combate à cárie dental.
O flúor está presente nas águas de abastecimento público de vários municípios e nos cremes dentais usados para a higiene bucal. Escovar dente não é só questão de higiene mas também de tratamento preventivo.
O segundo fator é o acesso à informação. Saber como os dentes são afetados pela falta de higiene e alimentação incorreta ajuda a mudar hábitos.
Os meios de comunicação fazem o seu papel com artigos em jornais, revistas, entrevistas na tv e até inserções positivas em novelas e seriados.
Palmas para eles. Cumprem assim o seu papel social.
Na mesma mão as escolas recebem orientação de equipes especializadas em saúde bucal, contando muitas vezes com dentistas, no caso das públicas, educando assim seus alunos para o auto cuidado, na fase em que ele se faz mais necessário por serem os jovens os indivíduos de maior risco para a doença cárie.
É aí que os esforços tem que se concentrar pois é aí, na juventude, até os 20 anos, que os dentes estragam e serão a causa de todos os outros problemas posteriores, na fase adulta, na maturidade e na velhice.
A geração que está hoje idosa, não teve acesso aos cuidados preventivos, não havia fluor em sua juventude, e as informações eram escassas, por isso o grande e desastroso acúmulo de problemas bucais na maturidade e na velhice atuais.
Não há como evitar o estrago que já foi feito. Resta-nos tratar, da melhor forma, e da forma mais durável, reabilitando a saúde bucal do indivíduo e de olho no futuro desta geraçaõ longeva, para que tenha relativo conforto e evite o agravamento de outras moléstias da idade por conta de sua condição bucal.
A perda dos dentes envolve uma pior alimentação, debilitando o organismo, deixando-o vulnerável.
Focos de infecção bucais são agravantes de condições cardíacas,de pressão sanguínea e metabólicas.
Urge formarmos profissionais habilitados, para o nosso próprio bem.
O flúor está presente nas águas de abastecimento público de vários municípios e nos cremes dentais usados para a higiene bucal. Escovar dente não é só questão de higiene mas também de tratamento preventivo.
O segundo fator é o acesso à informação. Saber como os dentes são afetados pela falta de higiene e alimentação incorreta ajuda a mudar hábitos.
Os meios de comunicação fazem o seu papel com artigos em jornais, revistas, entrevistas na tv e até inserções positivas em novelas e seriados.
Palmas para eles. Cumprem assim o seu papel social.
Na mesma mão as escolas recebem orientação de equipes especializadas em saúde bucal, contando muitas vezes com dentistas, no caso das públicas, educando assim seus alunos para o auto cuidado, na fase em que ele se faz mais necessário por serem os jovens os indivíduos de maior risco para a doença cárie.
É aí que os esforços tem que se concentrar pois é aí, na juventude, até os 20 anos, que os dentes estragam e serão a causa de todos os outros problemas posteriores, na fase adulta, na maturidade e na velhice.
A geração que está hoje idosa, não teve acesso aos cuidados preventivos, não havia fluor em sua juventude, e as informações eram escassas, por isso o grande e desastroso acúmulo de problemas bucais na maturidade e na velhice atuais.
Não há como evitar o estrago que já foi feito. Resta-nos tratar, da melhor forma, e da forma mais durável, reabilitando a saúde bucal do indivíduo e de olho no futuro desta geraçaõ longeva, para que tenha relativo conforto e evite o agravamento de outras moléstias da idade por conta de sua condição bucal.
A perda dos dentes envolve uma pior alimentação, debilitando o organismo, deixando-o vulnerável.
Focos de infecção bucais são agravantes de condições cardíacas,de pressão sanguínea e metabólicas.
Urge formarmos profissionais habilitados, para o nosso próprio bem.
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terça-feira, 28 de dezembro de 2010
A Saúde Bucal do brasileiro hoje, dezembro de 2010
Oi, gente, deu no UOL, e com destaque, comento depois só digo que tem dedinho, mãozinha, cabecinha e suor nosso nestes resultados.
28/12/2010 - 13h16
Incidência de cárie cai no país, mas saúde bucal de idosos ainda é desafio
Do UOL Ciência e Saúde
Em São Paulo
Com os resultados, o Brasil passa a integrar o grupo de países com baixa prevalência de cáries
SP inicia "força-tarefa" para vacinar 5,4 milhões de paulistas contra hepatite B
Governo ainda gasta pouco com a saúde, diz Temporão
Brasil terá vacina contra a dengue em até quatro anos, afirma Temporão
Atualizada às 14h20
A proporção de crianças com 12 anos livres de cáries no Brasil aumentou de 31% para 44% nos últimos sete anos, segundo a Pesquisa Nacional de Saúde Bucal (SB Brasil 2010) divulgada nesta terça-feira (28) pelo Ministério da Saúde, em Brasília. Mas, embora os resultados indiquem melhora na saúde bucal das crianças, os resultados mostram que a saúde bucal dos idosos continua sendo um desafio para o governo.
De acordo com o levantamento, houve uma redução de 26% das cáries entre crianças de 12 anos em relação a 2003, quando foi feito o primeiro levantamento. A idade é usada como referência pela Organização OMS, pois é nela que a dentição permanente está praticamente completa.
Entre adolescentes, houve diminuição de 30% no índice de dentes cariados, perdidos e obturados (chamado de CPO) entre 2003 e 2010, o que significa que 18 milhões de dentes deixaram de ser afetados. A necessidade de prótese parcial (substituição de um ou alguns dentes) entre os adolescentes caiu 50%.
Em adultos, a queda foi de 19% na faixa etária entre 35 e 44 anos. Em relação a 2003, essa parcela da população apresentou queda de 30% no número de dentes cariados, queda de 45% no número de dentes perdidos por cárie, além do aumento de 70% no número de dentes tratados.
O estudo revela que o Brasil passou a integrar o grupo de países com baixa prevalência de cáries. Para estar neste grupo, o indicador CPO deve estar entre 1,2 e 2,6, segundo a classificação da Organização Mundial da Saúde. Em 2003, o país tinha índice de 2,8, passando, atualmente, para 2,1 — melhor que a média dos países das Américas. Para o Ministério, o novo cenário é reflexo direto da implantação do programa Brasil Sorridente, em 2003.
Pontos negativos
Todas as regiões do país registraram melhora no CPO, com exceção da Norte. Segundo o coordenador nacional de saúde bucal Gilberto Bucca, o Ministério da Saúde programa aumentar o número de equipes de saúde bucal do Programa Saúde da Família na região para amenizar o problema.
Outro ponto negativo destacado na pesquisa é o descaso em relação aos dentes-de-leite. Apesar de ter havido uma redução de 17% no índice de dentes-de-leite careados, 80% deles não foram corretamente tratados.
Déficit de próteses
O levantamento mostra que, atualmente, mais de 3 milhões de brasileiros com 65 anos ou mais precisam de próteses completas e 4 milhões precisam de próteses parciais. “Temos uma herança no Brasil de descaso com a saúde bucal que se reflete na faixa etária dos idosos”, comentou o Ministro da Saúde José Gomes Temporão durante a apresentação da pesquisa. Ele acrescentou que os laboratórios públicos só têm a capacidade de produzir cerca de 500 mil próteses por ano.
Segundo o ministro, o investimento no Brasil Sorridente aumentou de R$ 56 milhões, em 2003, para R$ 600 milhões em 2010, o que demonstra a prioridade dada à saúde bucal pela gestão do presidente Lula. “É uma política que tem implicações profundas do ponto de vista funcional, estético e social e, até este governo, era visto de maneira secundária”, disse. “Uma coisa que incomodava muito nosso presidente era por que a saúde pública se preocupa tanto com o orifício por onde a comida sai e tão pouco por onde a comida entra.”
A SB Brasil 2010 foi feita em 177 municípios (26 capitais e Distrito Federal) e contou com 38 mil pessoas de todas as regiões do país.
Unidades móveis
Durante a apresentação da pesquisa, o Ministério da Saúde também anunciou o lançamento de Unidades Odontológicas Móveis, veículos equipados que irão levar tratamento dentário para comunidades onde há pouco acesso. Até o fim de 2011, devem ser incorporadas 160 delas no país.
28/12/2010 - 13h16
Incidência de cárie cai no país, mas saúde bucal de idosos ainda é desafio
Do UOL Ciência e Saúde
Em São Paulo
Com os resultados, o Brasil passa a integrar o grupo de países com baixa prevalência de cáries
SP inicia "força-tarefa" para vacinar 5,4 milhões de paulistas contra hepatite B
Governo ainda gasta pouco com a saúde, diz Temporão
Brasil terá vacina contra a dengue em até quatro anos, afirma Temporão
Atualizada às 14h20
A proporção de crianças com 12 anos livres de cáries no Brasil aumentou de 31% para 44% nos últimos sete anos, segundo a Pesquisa Nacional de Saúde Bucal (SB Brasil 2010) divulgada nesta terça-feira (28) pelo Ministério da Saúde, em Brasília. Mas, embora os resultados indiquem melhora na saúde bucal das crianças, os resultados mostram que a saúde bucal dos idosos continua sendo um desafio para o governo.
De acordo com o levantamento, houve uma redução de 26% das cáries entre crianças de 12 anos em relação a 2003, quando foi feito o primeiro levantamento. A idade é usada como referência pela Organização OMS, pois é nela que a dentição permanente está praticamente completa.
Entre adolescentes, houve diminuição de 30% no índice de dentes cariados, perdidos e obturados (chamado de CPO) entre 2003 e 2010, o que significa que 18 milhões de dentes deixaram de ser afetados. A necessidade de prótese parcial (substituição de um ou alguns dentes) entre os adolescentes caiu 50%.
Em adultos, a queda foi de 19% na faixa etária entre 35 e 44 anos. Em relação a 2003, essa parcela da população apresentou queda de 30% no número de dentes cariados, queda de 45% no número de dentes perdidos por cárie, além do aumento de 70% no número de dentes tratados.
O estudo revela que o Brasil passou a integrar o grupo de países com baixa prevalência de cáries. Para estar neste grupo, o indicador CPO deve estar entre 1,2 e 2,6, segundo a classificação da Organização Mundial da Saúde. Em 2003, o país tinha índice de 2,8, passando, atualmente, para 2,1 — melhor que a média dos países das Américas. Para o Ministério, o novo cenário é reflexo direto da implantação do programa Brasil Sorridente, em 2003.
Pontos negativos
Todas as regiões do país registraram melhora no CPO, com exceção da Norte. Segundo o coordenador nacional de saúde bucal Gilberto Bucca, o Ministério da Saúde programa aumentar o número de equipes de saúde bucal do Programa Saúde da Família na região para amenizar o problema.
Outro ponto negativo destacado na pesquisa é o descaso em relação aos dentes-de-leite. Apesar de ter havido uma redução de 17% no índice de dentes-de-leite careados, 80% deles não foram corretamente tratados.
Déficit de próteses
O levantamento mostra que, atualmente, mais de 3 milhões de brasileiros com 65 anos ou mais precisam de próteses completas e 4 milhões precisam de próteses parciais. “Temos uma herança no Brasil de descaso com a saúde bucal que se reflete na faixa etária dos idosos”, comentou o Ministro da Saúde José Gomes Temporão durante a apresentação da pesquisa. Ele acrescentou que os laboratórios públicos só têm a capacidade de produzir cerca de 500 mil próteses por ano.
Segundo o ministro, o investimento no Brasil Sorridente aumentou de R$ 56 milhões, em 2003, para R$ 600 milhões em 2010, o que demonstra a prioridade dada à saúde bucal pela gestão do presidente Lula. “É uma política que tem implicações profundas do ponto de vista funcional, estético e social e, até este governo, era visto de maneira secundária”, disse. “Uma coisa que incomodava muito nosso presidente era por que a saúde pública se preocupa tanto com o orifício por onde a comida sai e tão pouco por onde a comida entra.”
A SB Brasil 2010 foi feita em 177 municípios (26 capitais e Distrito Federal) e contou com 38 mil pessoas de todas as regiões do país.
Unidades móveis
Durante a apresentação da pesquisa, o Ministério da Saúde também anunciou o lançamento de Unidades Odontológicas Móveis, veículos equipados que irão levar tratamento dentário para comunidades onde há pouco acesso. Até o fim de 2011, devem ser incorporadas 160 delas no país.
terça-feira, 23 de novembro de 2010
Manifesto contra o uso indiscriminado de resina
É um crime! Um crime!
A maioria o comete por ganância, boa parte por ignorância, e outros tantos por comodismo.
A verdade é que não dá para por resina, restauração estética, em tudo. Por melhor que seja o material, há que se respeitar a indicação e para isso amigos, é necessário voltar à estudar como se fosse na faculdade.
Mal nenhum em relembrar histologia, microbiologia, materiais dentários,dentística, odontopediatria e preventiva, para citar o mínimo.
Mas parece que os colegas agora só querem saber de ler catálogos de produtos estéticos.
Alguns já aboliram o uso do amálgama, venderam o amalgamador como sucata.
Desculpem o tom, mas é que hoje houve um , mais um, caso das escabrosas infiltrações em resina.
Vamos lá: paciente jovem, 13 anos, higiene bucal mediana, molar inferior, cavidade oclusal grande, infiltração na borda com discreta cavitação. Ao ser aberta com alta rotação, quase me deparo com exposição pulpar. Para quem nunca viu, ou não sabe como acontece, lhes digo, a infiltração em resina acomete todo o assoalho da cavidade onde há o material adesivo, socavando , por vezes de maneira indolor, e terminando em pulpite, sem sinais anteriores.
E aí? Este era paciente do serviço público. Quero ver explicar à mãe do seu paciente no consultório que o dente todo branquinho e bonitinho, de repente, deu canal.
Atenção ás contra indicações: paciente jovem, dente imaturo, higiene ruim, alto consumo de guloseimas, ambiente bucal ácido, cavidade grande, paciente que não tem uma rotina de retornos para prevenção.
Isso tudo está antes da necessidade estética. Estética com ética é estar comprometido com a saúde em primeiro lugar.
A maioria o comete por ganância, boa parte por ignorância, e outros tantos por comodismo.
A verdade é que não dá para por resina, restauração estética, em tudo. Por melhor que seja o material, há que se respeitar a indicação e para isso amigos, é necessário voltar à estudar como se fosse na faculdade.
Mal nenhum em relembrar histologia, microbiologia, materiais dentários,dentística, odontopediatria e preventiva, para citar o mínimo.
Mas parece que os colegas agora só querem saber de ler catálogos de produtos estéticos.
Alguns já aboliram o uso do amálgama, venderam o amalgamador como sucata.
Desculpem o tom, mas é que hoje houve um , mais um, caso das escabrosas infiltrações em resina.
Vamos lá: paciente jovem, 13 anos, higiene bucal mediana, molar inferior, cavidade oclusal grande, infiltração na borda com discreta cavitação. Ao ser aberta com alta rotação, quase me deparo com exposição pulpar. Para quem nunca viu, ou não sabe como acontece, lhes digo, a infiltração em resina acomete todo o assoalho da cavidade onde há o material adesivo, socavando , por vezes de maneira indolor, e terminando em pulpite, sem sinais anteriores.
E aí? Este era paciente do serviço público. Quero ver explicar à mãe do seu paciente no consultório que o dente todo branquinho e bonitinho, de repente, deu canal.
Atenção ás contra indicações: paciente jovem, dente imaturo, higiene ruim, alto consumo de guloseimas, ambiente bucal ácido, cavidade grande, paciente que não tem uma rotina de retornos para prevenção.
Isso tudo está antes da necessidade estética. Estética com ética é estar comprometido com a saúde em primeiro lugar.
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Eu cuido dos meus dentes-fim do trabalho
na foto a diretora Dna Shirlene recebendo os trabalhos- outras fotos no post anterior
Então foi assim, emoldurei cada trabalho e os espalhei como o planejado.
Consegui escanear alguns e por sorte até fotografá-los com os autores antes da entrega às autoridades.
Receberam os trabalhos: a diretora da escola Shirlene, a diretora do departamento odontológico, Glaura, e o gerente do posto de saúde de Bonfim Paulista, região onde fica a escola, Dr Nelson, que prontamente afixou os trabalhos na recepção do posto de saúde e na porta do serviço odontológico da unidade.
Alguns trabalhos enfeitaram a escola durante o segundo turno das eleições , outros estão em exposição no consultório da escola, na biblioteca e na sala dos professores.
Todos ficamos felizes com o resultado.
Houve envolvimento e participação dos alunos incentivados por seus mestres.
Houve valorização do trabalho da criança contribuindo para a melhora de sua auto estima, o que repercute positivamente no auto cuidado.
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terça-feira, 21 de setembro de 2010
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